Escrito por Karina às 06h42
[]
[envie esta mensagem]
SOBREVIVENTES
Pensando bem é difícil acreditar que estejamos vivos até hoje!
Quando éramos pequenos, viajávamos de carro, sem cintos de segurança, sem ABS e sem air-bag!
Os vidros de remédio ou as garrafas de refrigerantes não tinham nenhum tipo de tampinha especial... Nem data de validade...
A gente bebia água da chuva, da torneira e nem conhecia água engarrafada!
A gente andava de bicicleta sem usar nenhum tipo de proteção... E passávamos nossas tardes construindo nossas pipas ou nossos carrinhos de rolimã... E depois de muitos acidentes de percurso, aprendíamos a resolver o problema... SOZINHOS!
Nas férias, saíamos de casa de manhã e brincávamos o dia todo; nossos pais às vezes não sabiam exatamente onde estávamos, mas sabiam que não estávamos em perigo.
Não existiam os celulares! Incrível!
A gente procurava encrenca. Quantos machucados, ossos quebrados e dentes moles dos tombos! Ninguém denunciava ninguém...
Eram só "acidentes" de moleques: na verdade nunca encontrávamos um culpado.
Você lembra destes incidentes: janelas quebradas, jardins destruídos, as bolas que caíam no terreno do vizinho???
E mesmo que nos machucássemos e, tantas vezes chorássemos, passava rápido; na maioria das vezes, nem mesmo nossos pais vinham a descobrir...
A gente comia muito doce, pão com muita manteiga... Mas ninguém era obeso... No máximo, um gordinho saudável... Nem se falava em colesterol...
A gente dividia uma garrafa de suco, refrigerante ou até uma cerveja escondida, em três ou quatro moleques, e ninguém morreu por causa de vermes!
Não existia Playstation, nem o Nintendo...
Não tinha TV a cabo, nem videocassete, nem computador, nem Internet...
Tínhamos, simplesmente, amigos! A gente andava de bicicleta ou a pé.
Íamos à casa dos amigos, tocávamos a campainha, entrávamos e conversávamos... Sozinhos, num mundo frio e cruel... sem nenhum controle!
Como sobrevivemos?
Inventávamos jogos com pedras, feijões ou cartas...
Brincávamos com pequenos monstros: lesmas, caramujos e outros animaizinhos.
As professoras eram insuportáveis! Não davam moleza...
Os maiores problemas na escola eram: chegar atrasado, mastigar chicletes na classe ou mandar bilhetinhos falando mal da professora, correr demais no recreio ou matar aula só pra ficar jogando bola no campinho...
As nossas iniciativas eram "nossas", mas as conseqüências também! Ninguém se escondia atrás do outro...
Se nos comportávamos mal, nossos pais nos colocavam de castigo e, incrivelmente, nenhum deles foi preso por isso!
Sabíamos que quando os pais diziam "N Ã O", era "N Ã O".
A gente ganhava brinquedos no Natal ou no aniversário... Nossos pais nos davam presentes por amor, nunca por culpa...
Por incrível que pareça, nossas vidas não se arruinaram porque não ganhamos tudo o que gostaríamos, ou que queríamos...
Tínhamos liberdade, sucesso, algumas vezes problemas e desilusões, mas tínhamos muita responsabilidade...
E não é que aprendemos a resolver tudo!? E sozinhos... Se você é um destes sobreviventes PARABÉNS!!!
VOCÊ CURTIU OS ANOS MAIS FELIZES DA SUA VIDA.
Escrito por Karina às 10h20
[]
[envie esta mensagem]

** SÓ POR AMOR **
Só o amor constrói a tua vida. Só o amor escolhe teu destino.
A tua vida merece ser ungida pelas chances deste sentimento único e total.
Entrega tuas mágoas ao teu sonho e sai por aí rimando a tua vida com felicidade.
Verás que em cada esquina há um motivo novo para sorrir.
Abre as portas da tua vida e deixe o amor entrar e fazer bagunça no teu coração.
Entre no jogo e viva, pois que não há alternativa mais sensata do que se abrir para o mundo, livre, intenso, sem medo de lágrimas, pelo prazer de ter uma vida.
Olhe o caminho que te espera. Se não o vês, imagine e sonhe. O teu sonho pulveriza os espinhos.
E só o teu medo, este sim, insensato, pode te impedir de viver.
Abre o teu coração, pois que o amor anda por aí, zanzando, te cercando, doidinho para pousar no teu caminho.
Só o amor semeia tuas conseqüências.
Nada paga um carinho despretensioso, imediato, espontâneo.
Nada paga... mas tem troco. E o troco, contrariando todas as lógicas matemáticas, pode ser bem maior que o teu próprio ato.
Mas, por amor não espera recompensas.
Planta o teu verso sem esperar a rima alheia.
Planta teu jardim, mesmo que ainda não tenhas o vaso.
Semeie os teus grãos antes que a fome apareça.
Tu és o dono e o condutor de tua vida.
Ela é tua e cabe a ti, fundamentalmente a ti, guiá-la pelos caminhos da felicidade.
Quantas vezes esta razão beirou a nossa vida?
A vida - esse espaço de tempo entre o choro dos que chegam e o choro dos que ficam, é muito importante para que a vejamos passar, fria, inconseqüente.
Ela é o nosso maior bem, repleta de todas as possibilidades.
Uma orquestra à espera de um maestro, e tu deve ser o maestro.
Ninguém tem o direito de arrebatar das tuas mãos a batuta que há de reger a sinfonia da tua vida.
Tu é quem deve decidir. E que decidas, seja pelo amor!
Viver, para quem ama, é uma coisa tão sensacional, tão maravilhosa, que esta lição contada há milênios, deve ser a única explicação lógica e plausível.
E, mesmo que não seja a grande razão, por amor vale aceitá-la.
Só por amor vale à pena.
Escrito por Karina às 08h59
[]
[envie esta mensagem]
[ ver mensagens anteriores ]