Meu Perfil
BRASIL, Sudeste, ALFENAS, Centro, Mulher





Nome: Karina
Idade: 26 anos
Cidade: Alfenas/MG
Signo: Touro
Apelidos: Ka, Karininha, Karol...
Sou: Sincera, Amiga, Solidária, Amorosa, Autêntica, Dorminhoca e Espontânea
Estado Civil: Casada
Marido: Paulo
Mãe: Sandra
Pai: Marcos
Irmãos: Carlos, Rodrigo e Juliana
Religião: Deus / Santos: São Miguel Arcanjo e São Jorge
Amo: Ficar na minha casa, Passear, Cinema, Ouvir música, Uma boa conversa, Blogar, etc...
Odeio: Falsidade, Traição, Hipocrisia, Inveja e Violência
Cores Preferidas: Amarelo, Rosa, Branco, Preto, Palha e Verde Musgo Comida: Chocolate, Sorvete, Massas em geral, Pizza e Churrasco
Bebidas: Sucos e Coca-Cola sempre
Lugares: Montanha, Praia e Clube Sonho: Ser mãe







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Meu diário na Internet
 

 

O otimista e o pessimista

O pessimista diz que a chuva resultará em lama;
O otimista diz que ela assentará a poeira.

O otimista diz que está melhor hoje;
O pessimista diz que estava pior ontem.

Quando o otimista vê uma abelha, diz que lá vai o produtor de mel;
O pessimista diz que lá vai o animal que ferroa.

O otimista diz que está feliz por estar vivo;
O pessimista sente pena por ter que morrer. 

O otimista descobre o bem no mal;
O pessimista descobre o mal no que é bom.

Numa empresa fabricante de sapatos, trabalhavam dois vendedores.
Um deles era otimista. O outro, pessimista. Ambos foram enviados a um longínquo país africano para investigar a possibilidade de vendas naquele local. Após certo tempo, o pessimista enviou um telegrama à empresa, dizendo:
- Más notícias. Aqui ninguém usa sapatos.
Ao mesmo tempo, o otimista enviou esta mensagem para a empresa:
- Boas notícias! Aqui ninguém usa sapatos!

Conclusão: o otimismo nos leva a encarar a vida positivamente, a "fazer das tristezas, riquezas a mais, e do pranto, uma canção".
Quanto ao pessimismo... é derrotismo prático, suicídio psicológico, filho do desespero e pai da dissolução.

 

 

 



Escrito por Karina às 09h55
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"Morre lentamente,
quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente,
quem destrói o seu amor-próprio, quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente ,
quem se transforma em escravo do hábito,
repetindo todos os dias os mesmos trajetos,

quem não muda de marca, não se arrisca a vestir uma nova cor,

ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente,
quem faz da televisão o seu guru.
Morre lentamente,
quem evita uma paixão,
quem prefere o negro sobre o branco e
os pontos sobre os "is" em detrimento de um redemoinho de emoções,

justamente as que resgatam o brilho dos olhos,
sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente,
quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho,

quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho,

quem não se permite pelo menos uma vez na vida fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente,
quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante.
Morre lentamente,
quem abandona um projeto antes de iniciá-lo,
não pergunta sobre um assunto que desconhece,
ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves,
recordando sempre que estar vivo exige um esforço

muito maior que o simples fato de respirar"

 

 

 

 

 



Escrito por Karina às 19h10
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Bom, quando encontrei essas imagens e este poema, na mesma hora tive uma enorme vontade de posta-la aqui e dividir esta que hoje é apenas uma ilustração para o meu blog, mais que um dia, espero que breve...se torne real. 

Certa vez perguntaram a uma mãe qual era o seu filho preferido, 
aquele que ela mais amava. 

E ela, deixando entrever um sorriso, responde:

" Nada é mais volúvel que um coração de mãe. 

E, como mãe lhe respondo: 

o filho dileto, aquele a quem dedico de corpo e alma, 

é o meu filho doente, até que sare.

O que partiu, até que volte.

O que está cansado, até que descanse.

O que está com fome, até que se alimente.

O que está com sede, até que beba.

O que está estudando, até que aprenda.

O que está nú até que se vista.

O que não trabalha, até que se empregue.

O que namora, até que se case.

O que se casa, até que conviva.

O que é pai, até que os crie.

O que prometeu, até que se cumpra.

O que deve, até que pague.

O que chora, até que se cale."

 



Escrito por Karina às 18h56
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Escrito por Karina às 18h00
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Saudade e lembrança:
 podem parecer sinônimos.
Idéia igual, mas diferente no sentir.

Lembrança é da memória, saudade é da alma.
Muitas lembranças, poucas saudades.

Lembranças surgem com um cheiro,
uma música, uma palavra.

Saudade surge sozinha,
emerge do fundo do peito onde é guardada com carinho.

Lembrança pode ser boa, mas quando não é,
pode-se afastá-la convocando outra lembrança ou convocando outro
pensamento para o lugar.

Saudade é sempre boa, mesmo quando dói,
e não se apaga mesmo que outra pessoa tente ocupar o lugar vazio. 

Lembrança é de algo real, de um lugar, uma época, uma pessoa.

Saudade pode ser do que não houve, de uma possibilidade.

Lembrança pode ser contada, medida, localizada, e com algum esforço,
pode até ser calculada com uma fórmula matemática.

Saudade é vontade de ver outra pessoa,  segundo os poetas,
teria outro nome, seria uma saudade com tempero, eu acho.

Lembrança pode ser sem som, pode não doer.

Saudade sempre tem som.
Se ela não vier com música de fundo, a gente coloca,
só para ficar mais bonita, mais gostosa de sentir,
para preencher mais a alma vazia.

Lembrança vence a morte,
mas conforma-se com a ausência, respeita convenções.

Saudade ignora a morte, vence distâncias, barreiras e preconceitos.

Lembrança aceita nosso comando, vai e volta quando queremos.

Saudade é irreverente, independente e auto suficiente.

 

 

 



Escrito por Karina às 08h39
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